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5 casas de acolhimento LGBTQIA+ para conhecer e apoiar

Conheça instituições que recebem LGBTQIA+ e oferecem um lar para essa comunidade

Lar é onde a gente tem a liberdade de poder ser quem a gente realmente é e em um mês tão representativo como junho, mês do orgulho, resolvemos apresentar para vocês algumas casas de acolhimento que apoiam e recebem a comunidade LGBTQIA+ em situação de vulnerabilidade. A seguir, conheça 5 delas!

Reprodução: @casachama_org

#1. Casa Chama (@casachama_org)

A Casa Chama é uma ONG fundada em 2018, localizada em São Paulo, que promove o acolhimento de pessoas transexuais, visando a dignidade e a autonomia. A ONG já realizou mais de 200 mil projetos e ações psicossociais, jurídicas e culturais voltadas a pessoas trans. Para isso, a casa conta com o trabalho de co-fundadores, colaboradores, voluntários e artistas, além do apoio de doações externas. Amamos a iniciativa!

Reprodução: @casanem_

#2. CasaNem (@casanem_)

Sediada no Rio de Janeiro, temos a CasaNem que surgiu em 2016 e recebe transexuais, travestis e transgêneros. A ONG é administrada apenas por pessoas trans, que ajudam a comunidade a resgatar a autoestima diariamente, através de atividades como shows, oficinas e cursos. Além disso, a CasaNem é uma casa vegana, demais né?

Reprodução: @aurora_casalgbt

#3. Casa Aurora (@aurora_casalgbt)

Desde de 2019, o centro de cultura e acolhimento LGBTQIA+, Casa Aurora, localizado na Bahia, recebe gays, lésbicas, bissexuais, travestis, transexuais, queer, intersexuais e outros. O foco do centro é acolher jovens entre 18 a 29 anos em situação de vulnerabilidade. A Casa presta acompanhamentos terapêuticos, atividades socioeducativas e cursos profissionalizantes. Impossível não apoiar essa causa!

Reprodução: @casasatine

#4. Casa Satine (@casasatine)

A república de acolhimento e espaço cultural, Casa Satine, além de receber, desde 2017, LGBTQIA+ maiores de 18 anos, a instituição no Mato Grosso do Sul, faz várias ações maravilhosas acontecerem, como saraus, rodas de conversas e atendimento psicológico para a comunidade em situação de carência. Ficou com vontade de ajudar? Eles aceitam voluntários!

Reprodução: @casarosadf

#5. Casa Rosa (@casarosadf)

O espaço Casa Rosa, teve início em 2017, em Brasília. O centro cultural e assistencial para LGBTQIA+, tem estrutura de porte pequeno, podendo abrigar de 20 a 24 pessoas. A Casa Rosa, além das ações de atendimento jurídico e psicossocial, realiza eventos e bazares para ajudar no custeio da instituição. Tudo, né?

Vale lembrar que nenhuma das instituições acima recebem auxílios governamentais, ou seja, todas elas se mantêm através de eventos próprios e doações. Então, se você pode e quer ajudar, é bom dar uma olhadinha nos @’s de cada um para descobrir como contribuir.

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